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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

sábado, 14 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

"O peso da memória fragmentada" exposição pintura de INÊS ROCHATO





Inês Rochato nascida em Portimão no ano de 1996.

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Acredito que seja desnecessário apresentar o meu percurso, pessoal ou académico, na medida em que a minha obra revela fragmentos da minha existência.

O processo prévio à concretização dos quadros apresentados é de longa introspeção e recolha. A memória é a base do processo, que resulta numa representação fragmentada de lembranças dolorosas, também elas quebradas.

Pesa-me a impossibilidade de reter uma memória fiel ao acontecimento, tudo se fragmenta.

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Uma exposição intimista com temas pessoais que se expandem e englobam dores de uma humanidade.


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

"Automático"




Joana Cagido nasceu em 6 de Dezembro de 1979, em Lisboa. Muito cedo, ainda aos 13 anos, começou a pintar de modo autodidacta telas figurativas a óleo, já ciente de que essa seria sua vertente - a arte, algo que acabou sendo reforçado num colégio católico do Restelo, o qual teve bastante influência na sua personalidade. No entanto, antes de mergulhar no universo das telas, Joana ainda estudou psicologia durante dois anos. Na sequência, mais certa de seus objectivos, frequentou a Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, o curso de Arquitectura de Interiores tendo tido contacto com a história da arte, principalmente por desenho e pela pintura.
Tendo depois passado uma temporada em Veneza para procurar inspiração onde curiosamente veio a interessar-se por pintores norte-americanos, como Pollack,Max ernest e holandeses, caso de De Kooning e pelo expressionismo abstracto, vertente que passou a desenvolver e a experimentar novas técnicas. 

Conjugando traços geométricos e aleatórios da "pintura automática", um empaste pesado e grosseiro de pigmentos sobrepostos, Joana rompe com a pintura de cavalete e elege como suporte a parede ou chão, o que possibilita uma resistência dura para trabalhar dos quatros lados, passando a estar literalmente "na" ou “dentro” da pintura. Através de gestos instintivos, onde o acaso e o aleatório determinam a evolução da pintura, Joana explora preferencialmente as qualidades tácteis e os efeitos sensitivos da cor, produzindo quadros abstratos com poucos elementos, mas com limites indefinidos e relações cromáticas de grande subtileza.